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20/12/2008

Com a chegada do verão devemos proteger nossos cães contra a Leishmaniose

Doença que pode ser transmitida aos humanos é problema de saúde pública e já afeta vários Estados brasileiros

leishimanioseDoença que pode ser transmitida aos humanos é problema de saúde pública e já afeta vários Estados brasileiros

A leishmaniose é uma doença infecciosa que afeta vários animais além do
homem causada por um protozoário ( Leishmania ) que invade e se
reproduz dentro das células que fazem parte do sistema imunológico
(macrófagos da pele) da pessoa ou do cão infectado. Existem dois tipos
: visceral e tegumentar

Transmissão

Sua transmissão se dá através de pequenos mosquitos que se alimentam de
sangue, e que, dependendo da localidade, recebem nomes diferentes, tais como: mosquito palha, tatuquira, asa branca, cangalhinha, asa dura,
palhinha ou birigui. Por serem muito pequenos, estes mosquitos são
capazes de atravessar mosquiteiros e telas comuns. São mais comumente
encontrados em locais úmidos, escuros e com muitas plantas.

Sintomas

Os principais sintomas no cão são : perda de pêlo, febre prolongada,
emagrecimento, feridas rasas em orelhas, articulações, focinho e cauda,
crescimento exagerado das unhas.
Os sintomas no homem variam de acordo com o tipo da leishmaniose. Na
leishmaniose visceral, ocorre febre irregular, anemia, indisposição,
palidez da pele e mucosas, perda de peso, inchaço abdominal devido ao
aumento do fígado e do baço podendo levar a morte.
No caso da tegumentar, surge uma pequena elevação avermelhada na pele que vai aumentando até se tornar uma ferida

A prevenção é o melhor caminho

Prevenir a picada do mosquito transmissor da leishmaniose é uma
prioridade para reduzir o risco das infecções em animais e humanos. O
uso frequente de Advantage Max 3 no cão, auxilia na prevenção de
leishmaniose pois repele o mosquito transmissor da doença.
Combinado a isso , devemos evitar a permanência em áreas muito próximas
à mata, principalmente no fim de tarde, e manter as áreas externas
limpas, sem matérias orgânicas.

"Devemos lembrar que o uso de um repelente do mosquito transmissor da
doença no cão é uma das medidas no combate à doença. Em virtude de
haver vários elementos envolvidos na cadeia de transmissão da
leishmaniose, as estratégias de controle devem ser um conjunto de
medidas como educar a população, fazer o diagnóstico precoce da doença,
saneamento ambiental e medidas de proteção individual, como o uso de
repelentes", comenta a veterinária Vivian Ramos chefe de produto da
unidade de Animais de Companhia da Bayer HealthCare.
No Brasil, locais como: Bahia, Ceará, Piauí, Belém do Pará, Mato Grosso
do Sul, Minas Gerais, Interior de São Paulo, a doença é uma realidade.
Em Cotia e Embu, vizinhas da capital, a leishmaniose canina também já
está presente.



Fonte: O Serrano

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